julho 14, 2012 § Deixe um comentário

Um efeito colateral disso é que ideias pobres e soluções rudimentares são vendidas ao público como rigor conceitual e economia de linguagem. Sem reflexão formal sobre o mundo, sem provocar o pensamento, sem questionar nada, a arte caminha para ser mais uma variedade da indústria do entretenimento. É por isso que as novas gerações, que crescem acreditando que chutar uma bola numa grade de ferro é arte, tendem a desprezar e mesmo a odiar qualquer arte séria.

Trecho do livro A Grande Feira de Luciano Trigo (http://g1.globo.com/platb/maquinadeescrever/) que me foi recomendado por um colega quando eu estava lendo O Tubarão de 12 Milhões de Dolares, é sensacional encontrar um autor brasileiro provocador e capaz de trazer o contexto da arte contemporanea para o Brasil tão bem como esse. Ler os dois livros juntos criam um panorama global muito interessante sobre economia e comportamento.

Edit>> terminada a leitura, acho que o Grande Feira poderia ter umas 100 páginas a menos pra ficar mais enxuto… e mais imagens! 😉

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